A campanha Stop Killing Games, que já superou 1,2 milhão de assinaturas pelo mundo, quer impedir que editoras desativem jogos ou encerrem serviços online. O movimento alega que isso prejudica a preservação de títulos e os direitos dos consumidores — e para Ross Scott, idealizador da iniciativa, essas práticas configuram uma forma de obsolescência programada.

Voxel
keyboard_arrow_up