Por Bruno Affonso* A mobilidade elétrica leve — que inclui bicicletas, scooters e outros veículos autopropelidos — tem crescido de forma consistente nas cidades brasileiras. E não se trata apenas de uma tendência passageira: estamos diante de uma mudança de comportamento, impulsionada por necessidades reais e soluções cada vez mais acessíveis. Se antes esse tipo

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