Pesquisadores de cibersegurança identificaram 131 extensões do Google Chrome voltadas para o WhatsApp Web que, na prática, funcionavam como malware. As ferramentas prometiam facilitar o envio de mensagens em massa, mas operavam de maneira a contornar as proteções da plataforma e, potencialmente, violar os termos de uso do mensageiro. De acordo com a empresa de

Segurança
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