Quem acompanha a Black Friday já sabe: sempre tem aquele frenesi por consoles, monitores de 240 Hz e placas de vídeo que prometem transformar a jogatina. Mas, depois de mais de um ano testando uma compra nada tradicional para o universo gamer, posso afirmar com certa tranquilidade editorial — e um toque de experiência pessoal
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