Itamaraty classificou a interrupção como ‘grave violação do direito internacional’ e cobrou cumprimento dos termos do acordo de cessar-fogo e o engajamento nas negociações a fim de garantir cessação permanente (Foto: Charles Sholl/Futura Press/Folhapress) O Itamaraty enfatizou que a obstrução deliberada da ajuda humanitária agrava a já precária situação na região e enfraquece o cessar-fogo

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