Uma descoberta intrigante feita pelo fitopatologista Theodor Diener em 1967 deveria ter revolucionado a biologia molecular: um agente infeccioso que, embora classificado a princípio como vírus, apresentava características totalmente distintas. Batizado de viroide, esse agente replicador era um fragmento de material genético que não produzia proteínas e nem tinha uma embalagem (capsídeo) para seu genoma.

Ciência
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