O Brasil desenvolveu um sensor revolucionário, com inteligência artificial, capaz de monitorar o cérebro de bebês prematuros à distância e salvar milhares de vidas. São 340 mil prematuros por ano no país, e metade deles corre risco de sequelas graves por falta de monitoramento adequado. Até agora, equipamentos para isso eram caros, complexos e restritos
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