À medida que organizações de setores críticos avançam para 2026, cresce a pressão para estruturar o uso da Inteligência Artificial de forma controlada e alinhada às exigências regulatórias. Finanças, saúde, educação e o setor público compartilham um desafio comum: operar sistemas descentralizados, altamente regulados e, muitas vezes, construídos sobre arquiteturas legadas que já não oferecem
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